Passam por crianças hiperactivas mas não são. apenas lutam contra aquilo que dizem ser a passividade da sociedade. As suas capacidades intuitivas apuradas, faz com que detectem uma mentira muito mais facilmente e, por isso, não conseguem conviver com falsidades e hipocrisias.
As crianças índigo começaram a aparecer, em maior número e com maior frequência, nos anos oitenta e são a prova de que vamos ter de mudar muitas coisas. São crianças que nascem para marcar a diferença, para provocar a mudança nas consciências e prioridades humanas, e é exactamente neste ponto que elas se distinguem das outras crianças.Os índigos pautam-se por mostrar a sua revolta em relação ao que pensam estar mal instituído. Identificam-se pela diferença já que são incapazes de lidar bem com a mentira e com o uso da autoridade sem justificação moral. Privilegiam as relações autênticas, a negociação, o diálogo e a partilha. São crianças que não aceitam ser enganadas porque são extremamente intuitivas, captando assim facilmente as verdadeiras intenções das pessoas que consigo convivem. A maneira de saber se uma criança é ou não um índigo, é apenas pela diferença. Não há, assim, uma cartilha onde se possa dizer que esta pessoa é índigo. Ela caracteriza-se pela diferença porque reage mal à mentira, entre outras coisas.
Com elas, a intimidação não resulta porque andam sempre à procura da verdade e encontrá-la-ão, custe o que custar. Gostam de saber os porquês, gostam de perguntar e pôr em causa e, portanto, quem não está a par da existência dos índigos tem a tendência para lhes colar o rótulo de crianças mal comportadas, o que não é verdade.
Inteligência fora do comum
Os índigos são pessoas mais sensíveis do que as outras, mais intuitivas e revelam uma inteligência espiritual fora do comum.
Na verdade, os mais espirituais afirmam que os índigos vieram para mudar o Mundo, enquanto que os investigadores não arriscam tanto, mas não ficam indiferentes ao fenómeno. Dizem que estas utilizam, em simultâneo, o hemisfério esquerdo (predominância do mundo físico) e o direito do cérebro (mundo espiritual, não físico), o que faz com que elas consigam ir muito além no plano racional e intelectual, desenvolvendo, mais acentuadamente, as capacidades intuitivas, criativas e espirituais.
Com efeito, os índigos necessitam de uma educação e ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades, ajudando-nos num futuro próximo a mudar muita coisa que necessita ser alterada no Mundo em que vivemos. Não há dúvidas de que as crianças índigo existem na realidade, embora se deva retirar a carga esotérica, ocultista e religiosa que tentam importar a este fenómeno.
Ensino ultrapassado
O sistema educativo vigente já não serve para lidar com as novas gerações de crianças.
Instituições de ensino preparadas para dar resposta a este tipo de crianças não existem praticamente no nosso país. As escolas, em Portugal, estão muito pouco viradas para a interactividade na relação alunos/ professor. Estes encaram os alunos de forma colectiva quando as escolas devem caminhar para um ensino virado para a individualidade das crianças, pois só assim conseguirão retirar o melhor que elas têm.
As crianças índigo não são seres estranhos que apareceram agora no nosso planeta, porque sempre houve crianças índigo no Mundo. O que acontece é que, desde os anos oitenta, o número dessas crianças tem vindo a aumentar significativamente. No entanto, as sociedades ainda não estão habilitadas a lidar com as crianças da “nova era”. Existe hoje um verdadeiro abismo entre a criança e o mundo dos adultos que ameaça tornar-se perigoso.
Por um lado, as crianças nascem com uma predisposição cada vez mais espiritual, por outro, o mundo dos adultos afasta-se, cada vez mais, do valor espiritualista do Homem. O mundo de hoje encontra-se impregnado de uma mentalidade puramente materialista e é isto que os índigos se propõem a alterar. Poucas dúvidas pareçem existir de que as sociedades necessitam, urgentemente, de se consciencializar e adaptar às caracteristicas e mentalidades das crianças que vêm surgindo. Uma nova realidade começa assim a ganhar forma e a implantar-se nas sociedades.
Não será isto uma forma de lutar contra a "rebanização", o seguidismo excessivo - O maior problema da sociedade actual ?
Eu sou índigo, e aqueles que lerem esta mensagem também são, sei-o bem.
Libérez le monde !

Tudo verdade...também ou indígo, mas só agora comecei a estudar e aprofundar esta temática, apercebo-me que existe muito receio em volta deste tema e muita proibição de que se divulgue estas e outras informações e esclarecimentos...como é possível que isto ainda aconteça no século XXI?muito trabalho há a fazer...pergunto eu, não passará por uma união pertinente de todos os indígo, cristal, etc que existem no mundo, no sentido de lutarmos por um mundo de verdade e francamente melhor??...fico assustada com o mundo que temos hoje e a cada dia me preocupo onde iremos nós parar??...porque poucos paramos para pensar nestas questões...andam todos os outros adormecidos?...parabéns pela coragem de escrever este texto e se "assumir" indígo!Força e jamais deixe de ter coragem!
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